A história de DARLING in the FRANKXX se passa em um futuro distante, onde a Terra está arruinada, e a humanidade se estabelece em uma cidade fortaleza móvel chamada Plantation. Nessa cidade, há o Mistilteinn, um quartel de pilotos também conhecido como Gaiola. É lá que as crianças vivem… Alheios ao mundo de fora e da vastidão dos céus. Sua única missão em vida é lutar. Para as crianças, pilotar um Frankxx significa provar sua existência.

 Avaliação geral da equipe:

O primeiro episódio

Crianças são escolhidas e identificadas com códigos numéricos, com a finalidade de encontrar um parceiro para pilotar armas militares, Franxx. O código 016, Hiro, um aluno desiludido por possuir suas habilidades de pilotar adormecidas, tem seu caminho unido com a garota que é identificada como Zero Two, uma misteriosa Parasita com chifres. Após a invasão de um urrosauro na unidade, Hiro decide ajudar a Parasita em uma batalha, pilotando uma Franxx e despertando sua verdadeira forma.

Impressões da equipe

Gabrielle – A trevosa

O anime tem um começo bem chamativo, conquistando-nos pela estética perfeitamente combinada com as falas, capazes de criar cenas impactantes e gostosas de assistir. Porém, senti uma semelhança com Evangelion: a repetitiva reação heroica do personagem principal em relação a pilotar a mecha. As animações de luta foram boas e a história, razoavelmente convincente. O que mais atraiu no anime foi a relação entre personagens.

Cena destaque: 

Isso não é aquela Golden Time Lover  do Fullmetal Alchemist Brotherhood?
Beto – O mestre dos magos

Um anime bem clichê onde o principal é deslocado dos demais, mas na hora da necessidade mostra sua verdadeira habilidade para pilotar os Franxx. A arte do anime é bem mediana, porém a cena de batalha achei muito boa. Embora o enredo não tenha sido bem tratado nesse episódio,  a abordagem dada me chamou a atenção – ainda mais sendo grande fã de animes com robôs – espero que ele mantenha esse ritmo, porque é uma obra que com certeza irei acompanhar nessa temporada.

Cena destaque: 

Aquele Fanservice que o anime precisa
Felipe  – O chatão 

Embora não seja tão entusiasta de animes mecha, porém tendo Evangelion e Code Geass nas minhas listas de favoritos, esse anime conseguiu me cativar bastante. A relação dos protagonistas foi bem elaborada nesse primeiro episódio, além de ter mostrado alguns personagens secundários e suas motivações. Se tratando do episódio em si, ele serviu como apresentação do mundo onde essas crianças vivem e como são treinadas para pilotar os robôs. Parece um anime promissor e que vale a pena dar uma conferida, mesmo não curtindo muito essa vibe de animes mecha.

Go, Go, Power Rangers!!!

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